Terceiro episódio do Café sem Filtro resgata fotos antigas, lembra a trajetória política do grupo e destaca transformação da Bahia ao longo dos anos
Fotos antigas, cabelos pretos, muita história e boas lembranças. No terceiro episódio do “Café sem Filtro”, Jerônimo Rodrigues, Rui Costa e Jaques Wagner viajaram no tempo ao revisitar registros de diferentes momentos da trajetória política do grupo. Entre imagens dos anos 1980, do movimento sindical e de campanhas eleitorais, a conversa mostrou que a parceria construída ao longo das décadas também tem raízes em uma história compartilhada.
Ao olhar para as fotografias, Wagner e Rui relembraram o período em que atuavam juntos no movimento sindical. “Eu e o Rui no movimento sindical. Olha os caras. Tudo barbado, tudo com o cabelo preto, tudo garotão”, comentou Wagner. As imagens também trouxeram lembranças de campanhas e momentos que marcaram suas trajetórias políticas.
As lembranças chegaram até episódios históricos de Salvador, como a mobilização conhecida como “Revolta do Buzú”, que paralisou o transporte público da capital baiana e teve a participação de Rui Costa. A partir da recordação, o trio comparou os problemas enfrentados naquele período com a situação atual do transporte público da cidade. “O transporte de Salvador já é ruim há algum tempo. Não é ruim só hoje, não, os ônibus”, relembrou Rui. Wagner reforçou a crítica e cravou: “Hoje piorou”.
Mas a conversa voltou para a trajetória quando os três foram provocados a definir a marca dos governos construídos ao longo dos últimos 20 anos. A resposta veio em duas palavras: “Cimento e alma”. A expressão resume a ideia de combinar obras, investimentos e transformação concreta com atenção e respeito às pessoas.
Entre fotos, histórias e críticas aos problemas que atravessam diferentes momentos da história de Salvador, o terceiro episódio do “Café sem Filtro” reforça que a trajetória do grupo não começou agora. As imagens ajudam a contar uma caminhada construída ao longo de décadas, marcada pela atuação política, pela experiência de governo e por um projeto que, nas palavras do trio, tem como marca “cimento e alma”, ou seja, trabalho e respeito às pessoas.
Foto: Divulgação