Bahia Brasil
terça-feira 3 de março de 2026

Moraes afirma que STF rejeita pressão de governo estrangeiro

Ex-presidente decidiu não comparecer à sessão no Supremo que começa a julgar ele e 7 aliados por crimes que incluem organização criminosa armada, golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.

Na leitura dos trechos das alegações finais da Procuradoria-Geral da República (PGR), o ministro Alexandre de Moraes menciona uma série de documentos que foram usados para basear as acusações.

Parte dessas evidências foi encontrada pela PF na casa, nos celulares e nos arquivos digitais dos próprios réus. Muito deste material foi produzido para ser secreto, valendo-se de codinomes, por exemplo.

Moraes menciona os argumentos de Mauro Cid

Moraes cita argumentos da defesa de Mauro Cid.

O delator nega ter cometido qualquer crime e diz que era apenas um subordinado do então presidente, Bolsonaro, sem poder de comando.

A acusação, porém, diz que Cid participou da negociação dos valores que teriam sido repassados pelo general Braga Netto, então ministro da Casa Civil, para os chamados kids pretos, militares que executariam a operação Copa 2022, para assassinar autoridades.

Cid diz que recebeu uma caixa de vinho com dinheiro do general sem saber que seria usado para esse plano, informa Mariana Schreiber, de Brasília.

Foto: Reprodução

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