Aprovações envolvem implantações e ampliações de empreendimentos em diferentes regiões
A segunda reunião do ano dos programas de incentivo do Governo do Estado, Desenvolve e ProBahia, consolidou a aprovação de novos projetos industriais que devem impulsionar a economia baiana. As iniciativas preveem cerca de 1.267 novos postos de trabalho e mais de R$ 1,1 bilhão em investimentos em 24 cidades. Coordenados pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), os programas têm como objetivo atrair empreendimentos, estimular a interiorização do desenvolvimento e fortalecer cadeias produtivas estratégicas.
O secretário interino da SDE, Aécio Moreira, presidente do colegiado, destacou que os resultados desta segunda reunião demonstram a confiança do setor produtivo no ambiente de negócios da Bahia. “Estamos falando de mais de R$ 1 bilhão em investimentos privados e geração de empregos em diversas regiões do estado, fortalecendo nossa política de interiorização do desenvolvimento. O papel dos programas é justamente garantir que esses empreendimentos se consolidem e contribuam para o crescimento econômico da Bahia”, disse.
Através do ProBahia, foram aprovados 27 projetos distribuídos em diferentes regiões do estado, com destaque para municípios como Barreiras, Feira de Santana, Juazeiro, Camaçari e Alagoinhas. As propostas contemplam tanto ampliações quanto implantações de unidades produtivas.
Os empreendimentos aprovados preveem a geração de 868 empregos diretos e um volume estimado de investimentos da ordem de R$ 580 milhões. Entre os setores contemplados estão alimentos, indústria plástica, têxtil, mineração, bebidas e construção civil, evidenciando a diversidade da base produtiva baiana.
Já no âmbito do Desenvolve, foram aprovados oito projetos, com investimentos que somam aproximadamente R$ 614,2 milhões e a criação de 399 empregos diretos. Os empreendimentos estão localizados em municípios como Luís Eduardo Magalhães, João Dourado, Alagoinhas, Lauro de Freitas, São Francisco do Conde e Feira de Santana. A maior parte das propostas é voltada à implantação de novas unidades industriais, com destaque para setores como energia solar, papel e celulose, logística e indústria química.
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