Bahia Brasil
segunda-feira 26 de outubro de 2026

Ibovespa sobe após tombar 13% com desfecho eleitoral; dólar cai

Dólar registrou maior alta diária em 23 anos na última sessão • Freepik

Mercado interrompe viés negativo visto na última segunda-feira (26), com mercado reagindo à vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de 2026

A bolsa paulista ensaiava uma acomodação nesta terça-feira (27), após uma forte reprecificação dos ativos brasileiros na véspera, que acionou o “circuit breaker” no pregão, na esteira da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no último final de semana.

Às 10h10, o Ibovespa, referência do mercado acionário brasileiro, avançava 0,32%, a 177.141,43 pontos. O contrato futuro do índice com vencimento mais curto, em 16 de dezembro, subia 0,82%.

Na segunda-feira, o Ibovespa fechou com um tombo de 13,88%, maior queda desde 2020. O desfecho da eleição contrariou apostas de investidores de vitória do senador Flávio Bolsonaro (PL) e uma possível agenda econômica mais favorável ao ajuste fiscal.

Nessa toada, o dólar abriu em baixa ante o real nesta sessão, depois de ter disparado mais de 8% e ter a maior alta diária em 23 anos. Às 10h, a moeda americana tinha queda de 1,20%, cotada a R$ 5,3487.

O avanço do dia anterior foi sustentado pela reação negativa do mercado à reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que agora segue para o seu quarto mandato e se tornou o presidente mais votado da história.

Na segunda (26), o dólar disparou 8,36% frente ao real, fechando a R$ 5,4066. A moeda americana chegou a superar R$ 5,60 durante a manhã, mas desacelerou a alta ao longo do pregão. O avanço foi o maior desde 5 de março de 2003, quando o dólar subiu 10,4%.

O valor de fechamento ainda foi o mais alto desde 2 de janeiro deste ano.

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