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terça-feira 15 de setembro de 2026

Bahia cresce abaixo da média nacional e perde força na economia

Crédito: Divulgação

A Bahia entrou em um prolongado ciclo de perda de dinamismo econômico a partir de 2007, justamente quando o Partido dos Trabalhadores assumiu o comando do estado, com a primeira gestão de Jaques Wagner. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que, após crescer acima das médias nacional e nordestina entre 2003 e 2006, o estado perdeu fôlego e encerrou os 17 anos seguintes, até 2023, com o menor crescimento acumulado entre os estados brasileiros.

Os números revelam uma mudança expressiva de trajetória. Entre 2003 e 2006, período em que o estado foi governador por Paulo Souto e imediatamente anterior à chegada do PT ao Palácio de Ondina, o Produto Interno Bruto (PIB) baiano avançou 20,1%. Já entre 2007 e 2023, abrangendo os governos de Jaques Wagner e Rui Costa e o primeiro ano da gestão de Jerônimo Rodrigues, todos do PT, o crescimento acumulado foi de apenas 24,7%.

Na prática, a economia da Bahia precisou de 17 anos para crescer praticamente o mesmo que havia avançado nos quatro anos anteriores. A comparação até o ano de 2023 ocorre com base nos dados mais recentes disponibilizados pelo IBGE sobre o PIB nos estados.

O desempenho também colocou o estado muito abaixo dos principais parâmetros de comparação. Enquanto a Bahia cresceu 24,7% entre 2007 e 2023, o PIB brasileiro avançou 35,8%. Isso significa que, no período, o Brasil cresceu cerca de 53% mais que a Bahia.

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