Estado criou 251 mil empregos formais entre 2023 e 2025, 62% a mais que no período de 2019 a 2021; renda, aprendizagem e empreendedorismo também avançaram
A Bahia criou 251.020 empregos formais entre 2023 e 2025, número 62% superior aos 154.658 postos gerados entre 2019 e 2021. O dado do Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego, é o principal retrato da melhora do mercado de trabalho baiano no período e vem acompanhado pela redução do desemprego e pelo aumento do rendimento médio dos trabalhadores.
A taxa média de desemprego caiu de 18% entre 2019 e 2021 para 10% no período de 2023 a 2025. O levantamento, com base na PNADC Trimestral do IBGE, também mostra uma trajetória de queda nos últimos anos: de 12,7% em 2023 para 10% em 2024 e 8% em 2025. Ao mesmo tempo em que mais baianos passaram a trabalhar, o rendimento médio também cresceu. Em 2025, o trabalhador baiano recebeu, em média, R$ 2.431, valor 16% maior que o registrado em 2022, quando a média era de R$ 2.087.
Para o candidato ao Senado, Rui Costa, os números refletem a importância de uma política econômica voltada para a geração de oportunidades. “Quando Bahia e Brasil trabalham juntos, a gente consegue criar as condições para gerar emprego, aumentar a renda e abrir novas oportunidades para quem quer trabalhar e empreender. O presidente Lula retomou investimentos, fortaleceu a economia e colocou novamente o emprego no centro das políticas públicas. Na Bahia, o governador Jerônimo tem sido um parceiro fundamental para transformar esses investimentos em desenvolvimento e oportunidade”, afirmou Rui Costa.
Recorde de jovens aprendizes
O avanço também aparece entre os jovens. A Bahia chegou a 33.162 jovens aprendizes em 2025, contra 21.356 em 2021 e 29.067 em 2024. Em comparação com 2022, quando eram 21.356, o estado ganhou mais de 11 mil novos jovens aprendizes, um aumento de 55%. Os dados são do levantamento do governo federal.
Mais empreendedores
O empreendedorismo também registrou crescimento. O número de microempreendedores individuais (MEIs) cadastrados na Bahia passou de 788.264 em 2022 para 844.651 em 2025, um acréscimo de 56 mil empreendedores, equivalente a uma alta de 7%. A série mostra crescimento contínuo desde 2019, quando o estado tinha 511.143 MEIs cadastrados.
Para Rui Costa, a combinação de emprego, renda e empreendedorismo mostra que o desenvolvimento precisa chegar à vida real das pessoas. “Mais emprego significa mais renda circulando, mais consumo, mais empresas vendendo e mais oportunidades. É um ciclo positivo. E quando o trabalhador ganha mais e o jovem encontra uma porta de entrada no mercado, a gente está falando de transformação social. É isso que acontece quando existe investimento e quando Bahia e Brasil caminham juntos”, diz.